(IA)NFAMILIAR:
UM NOVO PATRONATO ASSOMBRA OS AMEAÇADOS PELA EXCLUSÃO DIGITAL?
DOI:
https://doi.org/10.70982/rejef.v9i2.153Palavras-chave:
Direitos fundamentais, Inteligência artificial (IA), Infamiliar, Pobreza, PatronatoResumo
Este artigo tem como objetivo discutir sobre a privação do acesso à tecnologia como forma de restrição da liberdade das pessoas socioeconomicamente mais vulneráveis. Parte-se da hipótese de que a relação obrigacional do patronato teria um reflexo nas relações atuais entre as Big Techs e os seus usuários. Para tanto, utiliza-se o método hipotético-dedutivo, com base em pesquisa bibliográfica qualitativa de natureza aplicada. Conclui-se pela necessidade de adoção de mecanismos regulatórios e corregulatórios para evitar o aumento da exclusão digital e da consequente desigualdade social.
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